terça-feira, 17 de novembro de 2015

NOEL GUARANY ETERNIZADO EM MONUMENTO


NOEL GUARANY ETERNIZADO

Dia 08 de novembro de 2015 foi muito especial para a música e cultura missioneira. Nesta data, foi inaugurada em Bossoroca um monumento em homenagem ao músico, cantor e compositor NOEL GUARANY. Noel foi o criador da chamada música missioneira, estilo no qual foi seguido por outros grandes artistas como o pajador Jayme Caetano Braun e e os cantores e compositores Cenair Maicá, Pedro Ortaça, Jorge Guedes (considerado por Noel o seu sucessor musical), e o gaiteiro João Máximo, entre outros, todos oriundos desta terra colorada de São Luiz Gonzaga e Bossoroca.

O monumento foi esculpido pelo artista Vinicius Ribeiro, através de doações voluntárias organizadas pela Confraria Icamaquã, entidade cultural de Bossoroca e com o apoio logístico da Prefeitura de Bossoroca, que doou o terreno no qual foi erigida a estátua.

IMAGENS DA INAUGURAÇÃO
Fotos: Billy Valdez



 
Ex-Governador Olívio Dutra, Laura Guarany (filha de Noel),
Edite Dutra e Neidi Fabricio da Silva (víúva de Noel Guarany)


ENTREVISTA COM NOEL GUARANY



Neste pequeno fragmento de uma das raras entrevistas que temos do Noel Guarany , ele diz TUDO pelo que passou para (RE)CRIAR a MÚSICA MISSIONEIRA , criatura maravilhosa para quem tem aparecido tanto pai e padrasto que é de estarrecer pela falta de amparo na VERDADE!  (João Sampaio).

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sábado, 24 de outubro de 2015

LAMENTO GUARANI

"LAMENTO GUARANI"














Uma bela parceria de João Sampaio com o saudoso Noel Guarany
Jorge Guedes. Interpretação de Jorge Guedes.

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https://youtu.be/xRSO3q7WUUY



quinta-feira, 20 de agosto de 2015

KARAÍ GUEDES E FAMÍLIA


Karaí Guedes e Família

Show de Karaí Guedes e Família no 6º Festival de Invierno de Chamamé
no Teatro Juan de Vera, em Corrientes, Argentina, dia 15 de agosto de 2015.

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https://youtu.be/abiCd9KE7LA


BETO GONZALES - "ROQUEGONZALENSE"



Beto Gonzales - "Roquegonzalense"
Vídeo em homenagem a Roque Gonzales - RS.

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https://youtu.be/mua_HvbgHvg

 Assista a outros vídeos de BETO GONZALES em: http://betogonzalesart.blogspot.com

terça-feira, 16 de junho de 2015

JORGE GUEDES E FAMÍLIA

JORGE GUEDES E FAMÍLIA NA FIESTA DEL CHAMAMÉ
Show completo 
Fiesta Nacional del Chamamé 2015
Corrientes - Argentina 




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https://youtu.be/nyazm_HJB5Q



JORGE GUEDES E FAMÍLIA NO PROGRAMA "VIDA NO SUL"

Participação no Programa Vida no Sul, veiculado no final de maio de 2014. Músicas e entrevistas com o grupo que lança seu novo disco, "Sem Tinta". O programa também prestou uma homenagem ao dois músicos gaúchos que morreram, Xiruzinho e Heleno Gimenez.


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JORGE GUEDES E FAMÍLIA NO "Sr. BRASIL"


Jorge Guedes e Família no Programa “Sr. Brasil”, de Rolando Boldrin (TV Cultura, 14.09.14), em que cantam "Anjo e Flor" (Jorge Guedes/ Juarez Machado de Farias).

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Jorge Guedes e Família cantam “Nego Betão” (Jorge Guedes/João Sampaio), no Programa “Sr. Brasil”, de Rolando Boldrin (Tv Cultura) – 14.09.14.

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Jorge Guedes e Família cantam "Sem Tinta" (Jorge Guedes / Rodrigo Bauer), no Programa "Sr. Brasil", TV Cultura, 14.09.14

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JORGE GUEDES E FAMÍLIA
Programa “Galpão Crioulo”, RBS TV - Porto Alegre


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quinta-feira, 4 de junho de 2015

ENCONTRO DE CHAMAMECEROS E NHEÇUANOS

ENCONTRO INTERNACIONAL DE CHAMAMECEROS E NHEÇUANOS


De 27 a 30 de Novembro de 2014 aconteceu o VII Encontro Internacional de Chamameceros, evento idealizado por Jorge Guedes, com apoio das prefeituras de Cerro Largo e Rolador, RS, produção de Tono Pinheiro, de São Borja e coordenação de Tarso Weber, de Cerro Largo. Concomitante ao Encontro ocorreu a primeira etapa do VI Manifesto, Canto e Poesia Nheçuanos, movimento que luta pelo resgate de alguns fatos da história da reduções jesuíticas-guaranis do século XVII (primeira fase), retomado pela Associação Cultural Nheçuanos de Roque Gonzales, RS, baseado em pesquisas desenvolvida por estudiosos há décadas.

Apresentaram-se no palco do Encontro, à beira do Lago do rio Ijuí, no Clube Caça e Pesca de Cerro Largo, artistas como Alejandro Brites (Argentina), Los Triunfadores de Paraguay (Paraguai), Gilberto Monteiro, Jorge Guedes e Família, Tiago Rossato, Antonio Gringo, Daniel Torres, Gene Missioneiro, entre outros.






Matéria produzida pela TV Aparecida, apresentada em rede nacional, com Família Guedes, Ruy Nedel, Gilberto Monteiro e Karaí Guedes e Los Triunfadores del Paraguay.

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REGISTROS DO EVENTO:



Associação Cultural Nheçuanos presente























Jorge Guedes e Família

















Los Triunfadores del Paraguay




















Gilberto Monteiro e Karaí Guedes


Alejandro Brites

Daniel Torres

quarta-feira, 6 de maio de 2015

ALDEIA (TEKOHÁ) GUARANI PEDE SOCORRO

DEPOIMENTOS DE SIMÃO TUPÃ VILIALVA:


SIMÃO TUPÃ VIVIALVA

Líder indígena Guarani, primeiro presidente da OSCIP GUARANY, primeira organização da etnia Guarani da Reserva do Tekohá Guarani do município de São Miguel do Iguaçu – PR e territórios lindeiros, que luta incansavelmente pelos direitos dos povos originários da região da Tríplice Fronteira: Brasil - Paraguai - Argentina. (Antonio Cabrera Tupã, vice-presidente da Oscip Guarany)

 
REPORTAGEM-DENÚNCIA (publicada no jornal "O Nheçuano"):

ALDEIA (TEKOHÁ) GUARANI PEDE SOCORRO

Há três anos conheci Antonio Cabrera “Tupã”, um valoroso representante da etnia Ava-Guarani e através dele tomei ciência de um verdadeiro crime que se perpetua contra a sua  Tekohá (aldeia), em São Miguel do Iguaçu, PR. Cabrera é professor de língua Guarani e História, gestor do Projeto Guarani Trinacional e vice-presidente da Organização Social e Etno Cultural Tekó Ñemoingó - Oscip Guarany (www.guarany.org.br), entidade 100% indígena que defende os interesses e direitos consuetudinários da etnia Guarani. Participou do 2º Manifesto, Canto e Poesia Nheçuanos onde, em palestra marcante, expôs a dramática realidade do seu povo, que está abandonado pelos órgãos oficiais que deveriam protegê-lo. Atualmente a comunidade sobrevive em completo estado de miséria, beirando a degradação moral e a perda de sua identidade cultural.

A Tekohá (aldeia), onde vivem 170 famílias - em torno de 700 pessoas, a maioria crianças - tem pouco mais de 80 hectares e situa-se na confluência do Iguaçu, às margens da Usina Hidrelétrica de Itaipu, na Tríplice Fronteira. A pequena área, outrora mata virgem e terra fértil, é cercada por grandes lavouras de monocultura que praticamente invadem seus quintais. Antes, viviam em uma grande área produtiva, território da etnia Guarani que foi “desapropriada” em favor de colonos gaúchos que ali se instalaram quando da construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu, em meados da década de 1970. Na época, a maior parte da população que se negou a deixar a área principal foi expulsa, “deportada” ao Paraguai ou dispersada para cidades como Foz do Iguaçu. Os que aceitaram ser realocados para a atual área receberam moradias construídas pelo governo e, sem opção, ali ficaram estabelecidos. Com o gradual retorno dos “exilados” a população e os problemas da reserva aumentaram drasticamente e, em face ao abandono governamental, encontra-se na atual situação crítica.

No dia 13 de maio de 2012, a pedido de Antonio Cabrera e acompanhado do fisioterapeuta Cristiano Hoffmann Bremm, visitei a aldeia com objetivo de efetuar filmagens, fotos e depoimentos para comprovar os problemas “in loco”. Ao chegar fomos recebidos por Simão Tupã Reta Vilialva, liderança da aldeia presidente da Oscip Guarany, e combinamos a forma de como faríamos o documentário. Acompanhados por Simão, fomos primeiramente à casa do cacique (interventor) da aldeia, Daniel, para comunicá-lo de nossa presença e pedir permissão para efetuarmos os registros. Aguardamos o cacique no pátio, ele demorou a nos receber e quando o fez foi sem muito entusiasmo. Pouco interagindo com Simão e muito desconfiado, falou-nos apenas que naquele dia (domingo) seria impossível fazermos os registros, teria que ser em um dia de semana, e que ligássemos para ele para marcar a nova data. Expliquei que nossa presença ali era na condição de voluntários, pedi o número do seu celular e autorização para tirarmos algumas fotos do local, com o que ele concordou. Portanto, logo embarcamos no carro - eu, Simão e Cristiano - e começamos a circular pela aldeia, fotografando e filmando do interior do veículo, para evitar problemas.

Percorremos vários pontos da Tekohá (aldeia) e registramos situações preocupantes:

A estrada que dá acesso a Tekohá Guarani - sem acostamento - é ladeada por plantações de monocultura (soja, milho e trigo) a menos de dois metros da faixa, inclusive prejudicando a visão dos motoristas. Além disso, no interior da área da aldeia, as plantações praticamente invadem os quintais de algumas casas e choças. Relatos insistentes de lideranças alertam para a intoxicação e envenenamento dos moradores através de agrotóxicos, que são lançados regularmente antes da época de colheita, há mais de 30 anos. Esta é uma denúncia muito grave, pois ocorrem muitos casos de doenças causados pelos efeitos do veneno e pela contaminação das fontes d’água, principalmente em crianças e idosos. Toda esta situação foi denunciada há mais de dois anos aos órgãos competentes (Funai, Ibama e Ministério Público), sem que nenhuma medida fosse tomada, até o momento. Na rala mata que ainda existe às margens da estrada que circunda a aldeia, constatamos diversos focos de queimadas praticadas pelos agricultores, bem próximas das moradias. Conforme Simão, é muito comum isso ocorrer no período do pós-plantio e todos, crianças e adultos, sofrem com problemas respiratórios, tosses, dores de cabeça, ardência e tonturas.

De acordo com Simão, uma situação tem deixado a comunidade muito confusa e com medo do que poderá acontecer. Sem comunicação prévia às lideranças da comunidade (exceto ao cacique/interventor Daniel, que foi convocado para uma reunião), a prefeitura de São Miguel do Iguaçu - a pedido dos agricultores - iniciou a construção de uma tubulação de esgoto. Juntamente com a água da chuva, escoariam pela tubulação dejetos e agrotóxicos que descem das lavouras adjacentes, dentro das nascentes que desembocam no lago, no interior da reserva Guarani. Esta obra poderá comprometer o lago, único local onde ainda é possível efetuar a pesca de subsistência, que seria contaminado de forma irreversível.   

As condições de saneamento do Tekohá Guarani são péssimas. A situação de pobreza em que vive a maioria das famílias (assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=f8_p94fxcb8), embora haja um número de construções de boa qualidade estrutural, é evidente. Nas suas adjacências, os quintais apresentam péssimas condições de higiene, onde animais como pombos, galinhas ou porcos, convivem muito próximos às crianças e adultos. Outras moradias - choças sem as mínimas condições de habitação feitas de materiais diversos como papelão, lona, capim, pedaços de madeira, de chão batido, sem energia elétrica, saneamento ou água potável -  são um verdadeiro atentado à dignidade do ser humano. Para completar o quadro caótico a menos de vinte metros delas estão as plantações, nas quais regularmente são borrifados agrotóxicos, que atingem os moradores e provocam muitas doenças, conforme já relatado acima. Neste caso, um duplo crime é praticado: contra a vida da etnia Guarani e o contra o meio ambiente, em uma área dita de preservação ambiental.

Também foram relatados em depoimentos das lideranças Simão, Cabrera e Natalino, graves problemas que a comunidade Ava-Guarani do Ocoy enfrenta há tempos: a definição da questão territorial; as cestas básicas insuficientes, distribuídas para apenas 60% das famílias; a morte de crianças por subnutrição causada pela falta de alimentação adequada;  os nascimentos de bebês com problemas neurológicos (encefálicos), em função do veneno despejado nas lavouras e o desvio de recursos que seriam usados para a melhoria das condições da aldeia, entre outros. Os inúmeros pedidos de averiguação destes fatos são “esquecidos”, pela burocracia estatal ou são desqualificados. Através de laudos falsos chancelados pela Funai, as denúncias são ignoradas pelos órgãos públicos responsáveis e jamais foram investigados pelo Ministério Público Federal.

Exemplos claros do descaso às demandas pleiteadas é o prometido Centro Cultural Guarani na aldeia. No ano de 2010, vários computadores foram doados pelo governo federal para serem usados neste projeto, encaminhado pela Oscip Guarany e com o aval inicial do governo. Após três anos de promessas, ainda não saiu do papel e os computadores se deterioram por falta de uso. Outro projeto importante da Oscip Guarany é o Parque Aquícola Guarani, já concluído porém sem condições de operacionalizar devido a falta de apoio governamental. Transcorrido mais de um ano de nossa passagem pela Tekohá (aldeia), conforme Antonio Cabrera “Tupã” a situação continua na mesma e os problemas se agravam a cada dia.

Apenas iniciativas de lideranças da aldeia e da Oscip Guarany são colocadas em prática. Como por exemplo, a luta pelo reconhecimento do Guarani como língua oficial do Mercocul, através da criação do Dicionário Trilíngue Guarani (port./guarani/espanhol)(www.dicionarioguarani.com.br). Idealizado por “Tupã”, este projeto tem como objetivo a preservação e a difusão do idioma Guarani. Outra iniciativa é a gravação do Hino Nacional na língua Guarani, em parceria com o maestro e professor de português Francisco Rufino, cantado mais de cem crianças da própria Tekohá, concluído mas até o momento sem apoio à sua implementação. Ou ainda, o Museu Itinerante do Índio, criado em parceria com o Centro de Apoio Sócio Ambiental do Brasil, que no mês de maio de 2013 esteve presente na 32ª Feira Internacional de Artesanato de Curitiba, PR.

Projetos desta natureza, que teriam retorno para a comunidade, em forma de educação, capacitação profissional, geração de renda, inclusão social e a própria autoestima dos Guarani, não têm respaldo da Funai. Este órgão deveria proteger mas no entanto exerce uma tutela perversa sobre a etnia Guarani, relegando-a um destino incerto e temeroso. Alguns membros da aldeia, como única forma de sobrevivência, prestam serviço semi-escravo aos vizinhos agricultores, na época da colheita. Porém, a maioria dos jovens e adultos perambulam sem ocupação nem perspectiva, e se entregam ao consumo das drogas e do álcool, que têm alta incidência na aldeia. De concreto, apenas a boa intenção do governo do Estado do Paraná, que tenta interceder favoravelmente em suas demandas, porém sem o apoio da Funai, Ibama e do Ministério Público Federal.

Cientes de que travam uma árdua batalha contra descaso oficial e isolados que estão socialmente, as lideranças da aldeia como Antonio Cabrera, Simão Vilhalva e Natalino, mantêm uma interminável peregrinação em busca de apoio. Porém o clamor de suas súplicas perde-se no vazio das promessas não cumpridas. As humilhações a que se submetem em parte são amenizadas com a ajuda de voluntários. Compadecidos com a lenta agonia dos Guarani de São Miguel do Iguaçu, eles não medem esforços em denunciar as afrontas e auxiliar na busca de soluções.

As denúncias citadas nesta reportagem são gravíssimas e servem de alerta às autoridades, para que tomem as providências cabíveis. Inclusive os registros foram encaminhados pela Oscip Guarany à Defensoria Pública da União e ao Ministério Público Federal de Foz do Iguaçu do Paraná, e deverão ser usados como prova material em futura ação judicial. É imperioso o Ministério Público Federal agir, para que sejam responsabilizadas entidades e pessoas que dão aval a estas barbaridades em curso. A dignidade e os direitos constitucionais e consuetudinários do povo Guarani devem ser respeitados.

Marco Marques
Editor do jornal O Nheçuano


HINO NACIONAL BRASILEIRO EM GUARANI 
"BRASIL RETÃ PURAHÉI":

https://youtu.be/K_xDghms7Wo






















Ko yvy ápe guá ra'y (Dos filhos deste solo)
Sy mhorayhu (És mãe gentil,)
Tetã ojehayhúva (Pátria amada,)
Brasil! (Brasil!)

BRASIL RETÃ PURAHÉI é uma tradução literal do Hino Nacional Brasileiro em Língua Guarani.
O evento terá aproximadamente uma hora de duração, iniciando o primeiro ato com o Mongarai, segundo ato, três Cânticos Eternos Guarani e culminando com o Hino Brasil Reta Purahéi.
O Evento será realizado nas Cataratas do Iguaçu (lado Brasileiro) que representa as 7 MARAVILHAS DA NATUREZA DO MUNDO, o grande ícone Guarani.
O Tekohá Guarani através do seu Koral das Terras das Cataratas do Iguaçu irá promover a imagem do Brasil desde o primórdio, através do cântico e cultura Guarany, com enredo dos símbolos: da água, da terra, do fogo, do ar e do plasma (raio solar);
O Hino Brasil Retã Purahéi será Interpretado por Antonio Cabrera Tupã e pelo Koral Guarany da Terra das Cataratas, formado por 80 crianças, 20 lideranças espirituais e 30 músicos com instrumentos Guarani, entre eles, o mbaraká mirĩ, ravé, takuapu, angu'a pu'i e mimby.
Fará renascer através do canto BRASIL RETÃ PURAHÉI, o nome da fantástica árvore Yvyrá Brasil conhecida por Pau Brasil que deu origem ao nome desta nação, também, nomes de capitais, municípios, nomes de pessoas, rios, comidas, frutas, lugares e mitos;
O Hino Brasil Reta Purahéi e os cânticos Eternos Guarany representam um ato de unificação, enriquecimento e revitalização de elementos culturais, sociais e ambientais entre o Brasil e o Mundo Guarany.
Os convidados especiais do evento receberão como presente o Guarani Vokó (Bolsa Guarani) confeccionados artesanalmente pelo Tekohá Guarani da Terra das Cataratas do Iguaçu, contendo um DVD do Hino Nacional Brasil Reta Purahéi.
O Brasil Retã Purahéi é um Evento que promoverá o Brasil nas prévias aos grandes eventos internacionais que acontecerão nos próximos anos: A Copa das Confederações de Futebol em 2013, a Copa-2014 e as Olimpíadas 2016 no Brasil.

Produção e realização:

— OSCIP GUARANY;
— KORAL GUARANY;

Táva Guasu Guarani Retã